Agora sim, com domínio próprio e layout…
Meu site agora é blog, site, fotos e parcerias de colegas…..
Cada dia evoluindo mais….
Quem quizer dar uma olhada ai vai o link do meu site..
WWW.MARCELGUINTHER.COM.BR ou click aqui
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Round 7? FIGHT!
E já começou a troca de farpas! Como não poderia deixar de ser, com o lançamento do Windows 7 nessa quinta-feira (22), a concorrência (entenda-se Apple) começou a se manifestar em defesa da superioridade de seu produto. A crítica veio do vice-presidente de marketing mundial de produto do Mac OS X, Brian Croll. Ele diz que clientes da Microsoft estão cansados das “dores de cabeça” causadas pelo Windows e espera que alguns usuários desiludidos mudem para um Mac.
A declaração de Croll é alinhada com os novos anúncios publicitários da Apple lançados no mesmo dia que o Windows 7. Um deles ? chamado “Promessas Quebradas” ? mostra a personagem PC prometendo que o Windows 7 seria melhor, em seguida mostrando um flashback da mesma personagem prometendo que o Vista seria melhor, que o XP seria melhor, que o ME seria melhor?
Croll afirmou que, como resultado de todas essas dores-de-cabeça que usuários de Windows vêm tendo ao longo dos anos, ele acredita que as pessoas estão procurando por algo diferente, e os Macs oferecem facilidade de uso, estabilidade e segurança. Ressalta também o transtorno que usuários do XP passarão para fazer o upgrade para o Windows 7, já que não há uma ferramenta de atualização que permita que se faça isso sem formatar o HD e “perder” todos seus dados. E é disso que tratam os dois outros novos vídeos publicitários: se é para mudar seus dados para um computador novo, que se aproveite a oportunidade e mude logo para um Mac. Segundo Croll:
“O Windows 7 ainda é apenas o Windows. Não muda muito. Ainda é complexo, ainda é bastante caro quando você pensa nos custos do upgrade, e ainda existem as preocupações com segurança”
A Apple teve nesses últimos três meses o seu melhor trimestre fiscal da história, e Croll acredita que há “muita força” por trás da plataforma no momento. Será que o Snow Leopard tem realmente toda essa força para bater de frente com o Windows 7 na disputa pelos usuários? [Telegraph]

Objetivo modesto é dar respostas definitivas sobre qualquer assunto que possa virar informação computacional: o Wolfram Alpha.
O site é tão confuso quanto sua definição, mas serve para fazer coisas muito legais, como cálculos e comparações entre dois assuntos parecidos. Quando você digita uma palavra na barra de buscas, o programa vasculha sua base de dados e mostra uma porrada de informações úteis na tela.
Um exemplo: ao entrar com os dados Apple e Microsoft, o Wolfram Alpha mostra numa tabela, lado a lado, informações como o faturamento das duas empresas, o número de empregados e quanto custam as ações de cada uma na bolsa. Também é possível enxergar gráficos que mostram o valor de mercado de ambas mês a mês.
Além de comparações desse tipo, o site faz cálculos matemáticos, inclusive aplicando fórmulas e mostrando a resolução com representações gráficas. Também dá para fazer conversão de moedas: ao digitar a palavra “real”, aparecerá o valor da moeda brasileira em dólar, euro, peso argentino e muito mais, tudo atualizado constantemente.
Um jeito interessante de ver como o programa agrupa dados objetivos é digitar o nome de uma cidade. Dá para ver que Guarulhos fica a 16 quilômetros do centro de São Paulo, tem 10 milhões de habitantes e sua temperatura é de 18º Celsius neste sábado parcialmente nublado. Usando o serviço assim, ele parece uma Wikipédia com atualizações em tempo real.
Infelizmente, o site ainda está um pouco lento e aceita somente pesquisas em inglês. Não é possível, por exemplo, ver quem ganhou mais títulos entre Palmeiras e Corinthians, mas quem gosta de esporte pode comparar o desempenho de Dallas Cowboys e Denver Broncos na liga de futebol americano.
Desde que o acesso à Rede tornou-se mundialmente popular, a partir de 1993, surgiu uma nova patologia. O Viciado em Internet. O perfil vem sendo estudado desde àquela época em virtude das conseqüências que a utilização excessiva gera no internauta como problemas de relacionamento e saúde. Procura-se obter uma definição padrão, identificando-o pela idade, sexo, escolaridade, tempo de acesso, etc. Abordando-se aspectos relativos ao comportamento social, familiar e profissional.
TRANSTORNO DE DEPENDÊNCIA A INTERNET – TDI
Em junho de 2000, a Psic. Luciana Nunes no evento “Psicoterapia e Internet: Uma parceria delicada.”, realizado no Rio de Janeiro, apresentou em palestra o conceito de Dependência a Internet como um transtorno já reconhecido na prática clínica americana.Quem primeiro cogitou a idéia de Dependência a Internet foi o Dr. Ivan Goldberg em 1995, no mesmo ano a Dra. Kinmberly Young assume o termo como referência de trabalho. Em 1999 Dra. Maressa Orzack fundou o serviço de dependência ao Computador no McLean Hospital em Massachusetts. Isso comprova que a dependência a Internet não é representada em casos isolados. A prática clínica da Psic. Luciana Nunes comprova que sintomas são bem distintos e claros na identificação e no diagnóstico do TDI.
Dependência a Internet é tão prejudicial quanto qualquer outro tipo de dependência, mas também tem tratamento!
DEPOIMENTOS
Fabiana, que se considera fanática pela Rede, percebeu que estava se envolvendo demais com a Internet quando passou a ligar o computador e precisava conectar para encontrar alguém e não conseguia mais responder os e-mails sem estar conectada. E quando não se consegue um computador para acessar? Qual a sensação? “Ansiedade… Vontade de saber se alguém te escreveu, ou como estão seus amigos… é como se faltasse algo, nem que seja por dez minutos, mas preciso falar com os amigos, ler e-mails etc.”, narra Fabiana.
“Enquanto mergulhava cada vez mais no computador, meus amigos foram se afastando aos poucos. Uma vez, minha mãe, que não conseguia dormir por causa dos barulhos que eu fazia de madrugada em casa, chegou perto de mim. Mostrei a ela a cidade que eu e muitos amigos virtuais construímos no Active Worlds. Ela me perguntou se não estava me afastando do mundo real. Disse que não. Estava certo, não estava me afastando do mundo real. Já tinha me afastado. Vivia em um mundo virtual, dando pouca importância para quem estava ao meu lado de verdade”, conta Sérgio, de 23 anos, que ficava na Internet cerca de três horas por dia durante a semana, oito horas aos sábados e mais seis aos domingos. Sérgio decidiu largar a Rede no início de fevereiro último, quando “aconteceu algo que me fez repensar a vida que estava levando, ou seja, de viciado em Internet”. Sua navegação agora se resume a checar o e-mail, esporadicamente, ler o “Minas Gerais” na Rede e a comprar um CD que não encontre nas lojas, mas isso só porque ainda paga o provedor. “Mas em breve abandonarei de vez”, ameaça.
Depoimento de Ana Beatriz, mãe de Marcelo, jovem carioca que deixou a paixão pelos computadores ir longe demais. “Meu filho é inteligente, gentil. O respeito aos mais velhos sempre fez parte de sua personalidade. Antes, ele era estudioso, trabalhava, praticava esportes e dormia em horários normais, no máximo meia-noite. Nos finais de semana ia a festas, passeava com a noiva, viajava, enfim, fazia tudo o que a maioria dos jovens faz, trocando almoço por lanchonete mas sempre responsável com todos os seus deveres e compromissos. Um dia percebi que as coisas estavam diferentes. Ele já não agüentava acordar no horário certo para trabalhar. Se conseguia levantar a tempo, corria para o computador e já saía atrasado. Voltava cedo para casa depois da faculdade e corria para o micro. O pior é que, agora, ele chega ao ponto de nem sair para se encontrar com a noiva nos finais de semana. Se ela chega, é recebida com festas, mas logo fica num canto, “trocada” pelo computador. E o interessante é que não é somente a Internet que o está seduzindo. É todo o universo relacionado aos computadores. Marcelo não fica muito em salas de chat, só no ICQ, onde tem sempre um colega que vai falar da placa nova que instalou, do HD que queimou ou sites novos que visitou. Ele se afastou dos amigos de carne-e-osso, dos amigos da vizinhança que cresceram com ele. Agora, Marcelo dorme às 6h da manhã e acorda somente por volta das 15h. E, por causa do horário, já não sabe se janta, se almoça, se toma café da manhã, porque, certamente, vai passar a noite no computador. E, quando chegar a hora de dormir novamente, já terão se passado 15 horas seguidas, sem um esforço físico, sem caminhadas, sem fazer o sangue circular, sem alongar a coluna e sem desgrudar do monitor. Quando os pais reclamam, ele diz prontamente que se for pelo pulso do telefone, de meia-noite às cinco da manhã é um pulso só. Mas não é pelo pulso do telefone, é pelo impulso da lógica. Estou escrevendo para vocês meio que perdida, pensando em quantos jovens estão levando essa mesma vida, que sabemos, mesmo sem entender de medicina, que nada tem de saudável.”
O carioca Bruno Parodi é um rapaz de sucesso. Aos 23 anos, ele é um dos donos da Tessera, empresa de Internet que segundo diz, vai muito bem, obrigado, apesar das tempestades que assolam a economia pontocom. Fundada em 1995, quando Bruno tinha apenas 18 anos, a Tessera desenvolve projetos virtuais para terceiros e mantém na rede produtos próprios, como o Indicão, um site de entretenimento personalizado, que, em apenas dois meses de vida, capturou 10.000 usuários registrados e já computou 2 milhões de páginas vistas. Apesar disso, a habilidade empreendedora não é o detalhe que mais se destaca no perfil desse jovem empresário. Incrível mesmo é a sua capacidade de se manter plugado na Internet por horas a fio, numa demonstração de resistência muito além do limite das pessoas comuns. “São 12 horas de conexão por dia”, diz Bruno. “Tenho mais de 10 contas de e-mail. Recebo, em média, 400 mensagens diariamente e, tirando os spams, respondo a todas”. É mole? Pois tem mais. Com toda essa montanha de correspondência desabando em sua tela, o rapaz ainda encontra tempo para navegar por dezenas de sites de informação, bater papo on-line com 700 pessoas cadastradas em sua canal de ICQ – de figuras anônimas a celebridades como o craque Ronaldinho – e, de quebra, costuma publicar na rede artigos sobre marketing e comunicação, sua especialidade profissional. “Conheço muita gente importante do mercado sem nunca ter visto pessoalmente. Até meu sócio na empresa eu encontrei na Internet”, revela. “Considero-me um viciado em Internet, um webaholic”. Como os profissionais obsessivos por trabalho, os workaholics, o jovem carioca traça sua auto-imagem com bom humor e com uma ponta de vaidade.
“Eu virava noites conectada, cheguei a passar 18 horas”, conta a estudante Marly Caroline Ferreira, 21 anos. Há dois anos, ela teve de receber soro no hospital porque havia ficado sem comer por dois dias seguidos. Estava sentindo falta do seu computador, que estava em manutenção. “Eu era uma doente, mas dominei meu vício”, comemora.
O estudante Rafael Fijalkovisky percebeu que estava usando o chat de forma exagerada em 99. “Estava deixando de lado os estudos e os amigos para ficar no bate-papo”. Por isso, ele resolveu lutar contra o problema. Hoje não é mais dependente e criou um site que auxilia aqueles que se sentem dominados pela Internet.
– O homem que inventou a World Wide Web (a WWW, que é a base da internet) pediu desculpas por ter colocado duas barras na frente dos endereços eletrônicos.
O cientista britânico Tim Berners-Lee, que criou a WWW há quase 30 anos, disse que o uso dos caracteres “//” após o “http:” é desnecessário.
Segundo o jornal britânico The Times, Berners-Lee disse em uma palestra em Washington que poderia ter criado os endereços sem as duas barras.
“Parecia uma boa ideia (usar o WWW) na época”, disse.
O cientista disse que, quando criou a world wide web, ele não imaginava que as barras causariam tanta irritação entre os usuários.
No entanto, ele brincou que ninguém calculou ainda a quantidade de terapeutas que conseguiram emprego para tratar pessoas com lesões de esforço repetitivo, de tanto usar a tecla w nos teclados de computador.
Na entrevista ao The Times, ele admite inclusive que o uso das barras é nocivo ao meio ambiente, já que desperdiça energia, papel e tinta.
Tim é diretor do World Wide Web Consortium, que trabalha com o governo britânico para aumentar o acesso das informações governamentais ao público.
Quando você diz que tem um Vista todos já te olham de cara feia, ahh esse S.O. è um lixo..
Mas sinceramente…é pesado, temos que ter mais cuidado,s tem que ter um jeitinho pra ter ele na mão…
Bom o meu desktop é o da imagem acima, vejam só não ta com mais cara de Apple, porque deixei os Gadteg, pois acho interessante…
Agora todos vão falar mas tu deve ter uma super máquina, não tenho, a configuração do meu note.. amd turion x-2, 320gb de HD, 2gb de ram…
O programa que estou usando para fazer o efeito usado, por default no apple e agora no Linux também vem sendo usado é..
Programa leve, facil, abre muito rápido ao iniciar o o Windows..
A tag de título informa tanto os usuários quanto os mecanismos de pesquisa qual o tema de
uma determinada página. A tag deve ser colocada dentro da tag do documento HTML.
Idealmente, você deve criar um título único para cada página do seu site.

Se o documento aparece em uma página de resultados de pesquisa, o conteúdo da tag de título
geralmente aparecerá na primeira linha dos resultados (Se você não estiver familiarizado com as
diferentes partes do resultado de pesquisa do Google, recomendamos o vídeo “a anatomia de um
resultado de pesquisa“ (inglês), criado pelo engenheiro do Google Matt Cutts, e este ”diagrama de
uma página de resultados de pesquisa do Google“. Palavras do título estarão em negrito se fizerem
parte do termo pesquisado pelo usuário. Isso ajuda os usuários a reconhecer se a página é relevante
para a pesquisa efetuada.
O título de sua página pode listar o nome de seu site/negócio e pode incluir outras informações
importantes como o endereço do negócio ou talvez alguns dos seus principais produtos e serviços.
Títulos para páginas internas de seu site devem descrever com precisão o assunto dessa página em
particular e também podem incluir o nome de seu site ou empresa.
Práticas recomendadas para as tags de título
● Descreva com precisão o conteúdo da página – Escolha um título que efetivamente comunique o assunto da página.
Evite:
● escolher um título que não tenha relação com o conteúdo da página.
● utilizar títulos padrão ou genéricos como “Sem título” ou “Nova Página 1″.
● Crie tags de título únicas para cada página – Idealmente, cada uma de suas páginas deve ter uma tag de título única, o que ajuda ao Google a decidir quanto uma página é distinta das outras em seu site.
Evite:
● usar uma única tag de título em todas as páginas de seu site ou em um conjunto grande de páginas.
● Utilize títulos descritivos e curtos – Títulos podem ser curtos e informativos ao mesmo tempo. Se o título for demasiado longo, o Google irá mostrar apenas uma parte dele no resultado de pesquisa.
Evite:
● utilizar títulos extremamente longos e pouco úteis para os usuários.
● preencher o título com palavras-chave desnecessárias.
Otimização de sites para Mecanismos de Pesquisa (SEO) – Guia do Google para Iniciantes-Versão traduzida
Japoneses inventaram uma pilha que pode ser recarregada com fluidos como água, saliva, cerveja, suco de maça ou abacaxi, e até mesmo urina.

Criada pela Aqua Power System a NoPoPo é feita de magnésio e carbono e acompanha uma pipeta através da qual o liquido será injetado.
A mistura de magnésium e carbono reagem ao liquido e produz até 500 mAh, e está disponível nos formatos AA e AAA.
A pilha pode reter a energia por até dez anos, porém só pode ser recarregada um número limitado de vezes (2 á 5 vezes em média)
Uma excelente idéia que pode vir a ser utilizada em mais opções e aprimorada.
Evidente que os fabricantes não esperam que as pessoas urinem na pipeta.
Mas o exemplo prova como é versátil o produto, principalmente para equipamentos de emergência ou em locais isolados.
A Pilha já está a venda por US$15.00 OLHE O SITE QUE VENDE
Conheçam o TweetDeck, mais um aplicativo para o Twitter, mas com um grande diferencial, o TweetDeck disponibiliza de forma extremamente organizada o conteúdo do seu Twitter, listando separadamente as mensagens diretas, as respostas, e os posts, você pode configurar da forma que achar interessante.
Esta ferramenta permite todas as funções do Twitter, mas com um design organizado, que facilita muito a leitura e comunicação com o mesmo.
O TweetDeck é um aplicativo Desktop que está atualmente em versão Beta disponibilizado publicamente e de graça.
O objetivo é evoluir a funcionalidade do Twitter pegando a abundância de informações (ex. twitter feeds) e quebrando em partes que você consegue administrar.

O TweetDeck permite que você separe o seu feed principal (todos os Tweets), em grupos menores, por tópicos, em colunas separadas, separando suas respostas, mensagens diretas, e uma coluna para o feed geral.
Além disso tem os botões de Groups, Search e Replies que permitem usuários criarem colunas adicionais populadas com as informações. Depois de criadas, estas colunas serão automaticamente atualizadas permitindo ao usuário acompanhar tópicos e assuntos com muito mais facilidade.

Outras vantagens:
Ficar atualizado automaticamente de twitadas globais, já que o TweetDeck mantém as informações armazenadas automaticamente.
Atualização constante do status do TweetDeck e Twitter.
redimensionar o TweetDeck como uma coluna não obstrusiva, tela inteira, ou qualquer tamanho entre os dois.
Especialmente útil funcionando em tela cheia em um monitor separado.
Filtrat Tweets usando texto, username, fonte ou linha de tempo.
Atualização automática do API do Twitter.

Download disponível para Mac OS X e Windows (Vista e Windows XP)
Veja mais informações e faça o download e instale e experimente